"Os bardos cantarão tua façanha aos quatro ventos e nos sete mares... nas tabernas... nos conventos... hão de narrar cada nuance desse embate."
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Regras Básicas Para Atender um Confronto Armado.
01 – Traga uma arma. Preferencialmente traga pelo menos duas armas. Se possível, traga alguns amigos com armas longas.
02 –Somente acertos contam. A única coisa pior que um erro é um erro lento.
03 – Qualquer ameaça que vale a pena engajar, vale um double tap ou um triple tap. Munição é barata. A vida é cara.
04 – Se sua postura está correta provavelmente você não está usando abrigo ou cobertura corretamente, ou você não está se deslocando rápido o suficiente.
05 – Daqui há dez anos, ninguém vai se lembrar do calibre, postura ou táticas. Eles irão se lembrar somente de quem sobreviveu.
06 – Se você não está atirando, você deveria estar se comunicando, recarregando e correndo.
07 – Talvez alguém venha a lhe matar com a sua própria arma algum dia, mas eles terão que lhe matar a coronhadas, pois sua arma deverá estar vazia a esta altura do campeonato.
08 – Sempre tenha um plano.
09 – Sempre tenha um plano ¨B¨, pois o original não vai funcionar. ¨Se alguma coisa pode dar errado, ela vai dar errado¨ - Lei de Murphy
10 – Use ao máximo cobertura e abrigo.
11 – Ataque seu adversário pelo flancos e proteja os seus.
12 – Execute sempre que possível uma recarga tática e varra sua área 360º.
13 - Olhe para as mãos. Mãos matam ( em Deus confiamos, o resto mantenham as mãos onde eu possa ver )
14 – Quanto mais rápido terminar o combate, maior serão suas chances de sobreviver.
15 – Seja educado, polido e profissional, entretanto tenha um plano para matar todos que você encontrar.
16 – Evite atender um confronto armado com um calibre que não inicie pelo menos com um ¨ 4 ¨.
¨ABENÇOADO AQUELE QUE CONSEGUIR SE CONCENTRAR NA MASSA DE MIRA DURANTE UM CONFRONTO ARMADO ¨
JEFF COOPER
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Três conselhos.
Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta para a esposa:
"Querida eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e enquanto eu estiver fora, seja FIEL a mim, pois eu serei fiel a você. "
Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda.
O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito.
O pacto foi o seguinte:
"Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações.
EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO. Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora.
No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho".
Tudo combinado.
Aquele jovem trabalhou DURANTE VINTE ANOS, sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse:
"Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa."
O patrão então lhe respondeu:
"Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou LHE DOU TRÊS CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora.
Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos; se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta.
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: "QUERO OS TRÊS CONSELHOS."
O patrão novamente frisou: "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro."
E o empregado respondeu: "Quero os conselhos."
O patrão então lhe falou:
1. NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
3. NUNCA TOME DECISÕES EM MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.
Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:
"AQUI VOCÊ TEM TRÊS PÃES, estes dois são para você comer durante a viagem e este terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa.“
O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele
tanto amava.
Após primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou: "Pra onde você vai?“
Ele respondeu: "Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por essa estrada."
O andarilho disse-lhe então: "Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez,
e você chega em poucos dias...“
O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal.
Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se.
Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito.
Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho.
Voltou, deitou-se e dormiu.
Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia escutado gritos durante a noite, e ele respondeu que sim.
O hospedeiro perguntou-lhe se não estava curioso a respeito, e ele respondeu que não..
O hospedeiro prosseguiu: “VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE A SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite... e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.”
O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa.
Depois de muitos dias e noites de caminhada... Já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só.
Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre as pernas, um homem a quem estava acariciando os cabelos.
Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade.
Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho.
Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.
Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele pensou:
"NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE.
Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI FIEL A ELA".
Dirigiu-se à porta da casa e bateu.
Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça afetuosamente.
Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos lhe diz: "Eu fui fiel a você e você me traiu..."
Ela espantada lhe responde: "Como? Eu nunca lhe trai, esperei durante esses vintes anos!"
Ele então lhe perguntou: "E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?"
"AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade.“
Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café.
Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
APÓS A ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO, COM LÁGRIMAS DE EMOÇÃO, ele parte o pão e, ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação!
Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...
Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará...
Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois....
Espero que você, assim como eu, não se esqueça desses três conselhos e que, principalmente, não se esqueça de CONFIAR em DEUS... (mesmo que a vida, muitas vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança).
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Strawberry Swing
STRAWBERRY SWING .
Ouvi, e vi esse clip por várias vezes.
E fiquei imaginando a história apresentada.
E me senti meio triste, pois por mais fantasiosa que ela aparenta ser, é a pura realidade.
O herói, nada mais é um homem normal, que quando voa, não sai do chão...
É no chão que as coisas acontecem...
A princesa, no final, era só imaginação.
Como na realidade.
não adianta salvá-la do bichinho. Esse as vezes é necessário, é necessário deixá-la nas mãos dele, para talvez ela saber que lá fora tem um heróizinho, mesmo que ele não venha. Ou não deveria vir.
Salvá-la seria, ou foi, só pra histórinha acabar mai cedo.
Mero acaso?
enquanto isso... era um "dia tão perfeito"...
E eles estavam sentados em um balanço de morango.
Ouvi, e vi esse clip por várias vezes.
E fiquei imaginando a história apresentada.
E me senti meio triste, pois por mais fantasiosa que ela aparenta ser, é a pura realidade.
O herói, nada mais é um homem normal, que quando voa, não sai do chão...
É no chão que as coisas acontecem...
A princesa, no final, era só imaginação.
Como na realidade.
não adianta salvá-la do bichinho. Esse as vezes é necessário, é necessário deixá-la nas mãos dele, para talvez ela saber que lá fora tem um heróizinho, mesmo que ele não venha. Ou não deveria vir.
Salvá-la seria, ou foi, só pra histórinha acabar mai cedo.
Mero acaso?
enquanto isso... era um "dia tão perfeito"...
E eles estavam sentados em um balanço de morango.
I can't wait until the morning
Wouldn't want to change a thing, Será?
E tudo explode, e tudo fica pra trás...
Histórinha...
E acaba "apenas" com um abraço de um amigo.
Is it any wonder?
I´m tired...
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Penduricalhos de formatura.
Foi a melhor comparação que eu achei para os homens ocos de hoje.
Que inclui as mulheres.
Brilham, e cintilam muito fortes!
Cega!
E deixa as crianças das almas contentes.
É bonito, reluz! aos olhos da moça.
E estufa o peito do jovem aparecido.
Luzes de formatura!
Brinquedinhos de pendurar no pescoço. Nada mais.
que duram apenas uma noite. e Nada mais.
Para nada mais há serventia. E antes mesmo da festa acabar...
Acaba-se a força, acaba-se a pilha.
O brilho.
O uso.
E assim é o peito dos homens ocos da nossa terra.
Como o amor da nossa Era,
intenso.
Brilhoso.
Sem consistência, sem valor.
E dura nada mais que uma noite.
Foi a melhor comparação que eu achei para os homens ocos de hoje.
Que inclui as mulheres.
Brilham, e cintilam muito fortes!
Cega!
E deixa as crianças das almas contentes.
É bonito, reluz! aos olhos da moça.
E estufa o peito do jovem aparecido.
Luzes de formatura!
Brinquedinhos de pendurar no pescoço. Nada mais.
que duram apenas uma noite. e Nada mais.
Para nada mais há serventia. E antes mesmo da festa acabar...
Acaba-se a força, acaba-se a pilha.
O brilho.
O uso.
E assim é o peito dos homens ocos da nossa terra.
Como o amor da nossa Era,
intenso.
Brilhoso.
Sem consistência, sem valor.
E dura nada mais que uma noite.
domingo, 10 de abril de 2011
Obelisco
Era um dia comum, ele estava dentro do seu carro, com o som ligado, baixinho... e viajando bem longe, pensando no trabalho, no dia de amanhã, em pegar sua namorada no salão as 20:00 horas, e suando no calor de Campo grande.
Parou então ao seu lado um carro; e dentro uma moça, que ele reconheceu, era ela! aquela velha namorada que ele tinha se afastado, que ele por muito tempo carregou como jóia rara. Estava bonita, cabelos compridos, sacolas no colo, vidros fechados,e ao celular. aos berros! como ele se lembrava de outras situações. Perfeitamente.
Aquele sinal de trânsito durou 400 anos, e ele pode perceber, o anel da mão que segurava o celular, a cadeira de bebe que estava no banco traseiro do carro cinza dela.
E parou pra pensar onde foi exatamente que largou, naquele dia mesmo o leão que sempre cavalgou...
E viu que ainda tinha amor guardado, amor escondido, amor verdadeiro por aquela mulher do carro ao lado.
pensou em buzinar, em falar, mas falar o que? seis ou sete anos depois, o que tinha sobrado, além de um amor empoeirado ?
Tudo havia se apagado, e suas vidas, separadamente, foram misturadas a outras vidas, e novas foram geradas, segundo aquela cadeirinha de bebe gritava.
Agora era um motorista infeliz, e já não se lembrava o por que que tinham se afastado, nem se lembrava das conversas mais íntimas, das brincadeiras e nada. Nada.
Mas acabou de se lembrar o por que nunca mais se fez completo em sua vida...
E o sinal Abriu.
E a vida voltou a andar.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Xadrez
No jogo de xadrez da vida, não existe saltos, nem casas.
Nenhum bispo reza a vela.
Ou voce é peão escravo,
cavalo montado.
Ou é Rainha, mandando a toda prova.
E está em xeque constantemente.
Nenhum bispo reza a vela.
Ou voce é peão escravo,
cavalo montado.
Ou é Rainha, mandando a toda prova.
E está em xeque constantemente.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Mentira sincera sem créditos.
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje, não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, 23 de março de 2011
Carregar e ficar pronto! Sua sobrevivência depende de três coisas!
Um policial à paisana caminha em direção a uma casa lotérica. Ele porta uma pistola que está carregada e pronta. Enquanto anda, o policial confere as contas que precisa pagar; ele entra na casa lotérica, e então alguém aponta uma arma para ele e anuncia o assalto.
Enquanto isso, outro policial sai do supermercado empurrando o carrinho de compras. Ele também porta uma pistola que está carregada, mas não pronta. Durante o trajeto até seu carro, este policial observa o ambiente à sua volta. A poucos metros do veículo, ele percebe a aproximação de dois suspeitos. Então, o policial precisa tomar uma decisão e agir.
Agora a pergunta: qual destes policiais está real e completamente pronto para o confronto? A resposta: nenhum. Mas, por quê?
Porque muito da capacidade para se estar a salvo depende de três fatores básicos. Estes três elementos formam um triângulo de autodefesa sustentável. Contudo, basta retirar um dos elementos para que o triângulo se desfaça. Os princípios da autodefesa são o estado de alerta, o preparo mental e a prontidão para reagir rápido e de modo eficaz. Então, uma análise superficial dos eventos mencionados mostra que embora os policiais possuíssem planos de autodefesa, ambos eram falhos, pois faltava um dos elementos. O primeiro policial estava pronto, porém desatento. O segundo estava alerta, mas incapaz de ser rápido o suficiente.
O estado de alerta é provavelmente o atributo mais importante que alguém pode possuir, pois é a capacidade de observar as pessoas e as situações visando à antecipação ao perigo que está à espreita. E quanto mais cedo você detecta e reconhece um problema em potencial, mais opções você tem para decidir como resolvê-lo. Apesar disso, algumas pessoas relatam que criminosos costumam surgir do nada. Mas a verdade é que as vítimas potenciais estão tão desatentas que são incapazes de perceber a presença e a aproximação dos suspeitos. Em outras ocasiões, a falta de atenção conduz você para situações perigosas. E até que você perceba o que está acontecendo, já não há muita esperança. É como se você estivesse caminhando e olhando para os pés, e quando olhasse para frente se deparasse com os becos de uma favela. Então, quão rápido você percebe o que está realmente ocorrendo? Como já disse em outro artigo, quanto mais atento você estiver, menor a sua chance de ser pego de surpresa.
O preparo mental surge da necessidade de não se cometer erros nas situações mais importantes e decisivas. Situações que fazem a diferença entre viver ou morrer. Como o nome já diz, o preparo mental é um treinamento prévio baseado na imaginação. Funciona, grosso modo, da seguinte maneira: um colega lhe conta uma história sobre outro policial que foi assassinado durante um assalto num cruzamento qualquer. E o que você faz? Você vivencia mentalmente esta história como se você fosse a vítima, mas analisando a ocorrência e reagindo de modo que sobreviva ao confronto. É como se você se perguntasse: “O que eu faria de diferente se fosse comigo?” Com este tipo de treinamento, sua mente diz ao corpo o que fazer. Mas, sem esta preparação antecipada, seu corpo hesitará – até mesmo para escapar. Na confusão, descrença e incerteza de uma agressão, você precisa forçar seu corpo para reagir a tempo. E é aí que entra o preparo mental, pois ele diminui o tempo de paralisia.
Você já pensou se seu modo de vida atual e o cuidado com a própria segurança permitem perceber a aproximação do suspeito? Será que sua mente está realmente preparada para ordenar que você saque sua arma daquele coldre barato que está debaixo da camisa, e então carregue e fique pronto antes de receber o primeiro tiro? Quando você imagina um confronto, você normalmente perde ou sobrevive?
Enquanto algumas pessoas escolhem não utilizar a força física como meio de autodefesa, outras não têm tanta delicadeza. Mas, cada uma das escolhas carrega responsabilidades e é preciso pensar e decidir sobre isso antes, e não no momento do confronto.
O terceiro elemento é frequentemente difícil de definir. Significa quão pronto você está para fazer o que tem que ser feito nos poucos segundos que lhe restam. É a capacidade para reagir rápido e de modo eficaz, sendo o esforço, a reação de último momento. Se a situação chegar a esse ponto, você está autorizado a fazer o que for necessário para impedir a ação criminosa.
Como policial, você deve saber quando usar ou não a força, pois mesmo a violência possui diferentes níveis. Sua reação não tem relação com uma disputa insignificante, mas tem relação em não ser ferido ou morto em função da violência. E se a reação é de último momento, então você deve carregar sua arma e ficar pronto – com “bala na agulha” – antes de sair de casa. Quando uma situação chega ao extremo e é hora de usar a força, você deve estar pronto, pois do contrário, o despreparo tomará de você aqueles segundos que você não pode se dar ao luxo de perder.
Alguns policiais acreditam tanto nas técnicas de “tiro israelense” – nas quais se saca a pistola enquanto a mesma é alimentada – que acabam apostando a própria vida na crença de que o tempo gasto para estar realmente pronto é muito curto. Contudo, este tempo não significa simplesmente aquilo que se gasta para carregar uma arma e ficar pronto. Tempo também inclui o período que levará para que sua reação tenha algum efeito, porque mesmo a força letal leva tempo para se manifestar. Assim, você consegue fazer o que precisa ser feito, já?
Não se esqueça que se você falhar em qualquer dos três elementos do triângulo, a chance é de que a pessoa caída no chão seja você.
Fonte- Comunidade policial
Enquanto isso, outro policial sai do supermercado empurrando o carrinho de compras. Ele também porta uma pistola que está carregada, mas não pronta. Durante o trajeto até seu carro, este policial observa o ambiente à sua volta. A poucos metros do veículo, ele percebe a aproximação de dois suspeitos. Então, o policial precisa tomar uma decisão e agir.
Agora a pergunta: qual destes policiais está real e completamente pronto para o confronto? A resposta: nenhum. Mas, por quê?
Porque muito da capacidade para se estar a salvo depende de três fatores básicos. Estes três elementos formam um triângulo de autodefesa sustentável. Contudo, basta retirar um dos elementos para que o triângulo se desfaça. Os princípios da autodefesa são o estado de alerta, o preparo mental e a prontidão para reagir rápido e de modo eficaz. Então, uma análise superficial dos eventos mencionados mostra que embora os policiais possuíssem planos de autodefesa, ambos eram falhos, pois faltava um dos elementos. O primeiro policial estava pronto, porém desatento. O segundo estava alerta, mas incapaz de ser rápido o suficiente.
O estado de alerta é provavelmente o atributo mais importante que alguém pode possuir, pois é a capacidade de observar as pessoas e as situações visando à antecipação ao perigo que está à espreita. E quanto mais cedo você detecta e reconhece um problema em potencial, mais opções você tem para decidir como resolvê-lo. Apesar disso, algumas pessoas relatam que criminosos costumam surgir do nada. Mas a verdade é que as vítimas potenciais estão tão desatentas que são incapazes de perceber a presença e a aproximação dos suspeitos. Em outras ocasiões, a falta de atenção conduz você para situações perigosas. E até que você perceba o que está acontecendo, já não há muita esperança. É como se você estivesse caminhando e olhando para os pés, e quando olhasse para frente se deparasse com os becos de uma favela. Então, quão rápido você percebe o que está realmente ocorrendo? Como já disse em outro artigo, quanto mais atento você estiver, menor a sua chance de ser pego de surpresa.
O preparo mental surge da necessidade de não se cometer erros nas situações mais importantes e decisivas. Situações que fazem a diferença entre viver ou morrer. Como o nome já diz, o preparo mental é um treinamento prévio baseado na imaginação. Funciona, grosso modo, da seguinte maneira: um colega lhe conta uma história sobre outro policial que foi assassinado durante um assalto num cruzamento qualquer. E o que você faz? Você vivencia mentalmente esta história como se você fosse a vítima, mas analisando a ocorrência e reagindo de modo que sobreviva ao confronto. É como se você se perguntasse: “O que eu faria de diferente se fosse comigo?” Com este tipo de treinamento, sua mente diz ao corpo o que fazer. Mas, sem esta preparação antecipada, seu corpo hesitará – até mesmo para escapar. Na confusão, descrença e incerteza de uma agressão, você precisa forçar seu corpo para reagir a tempo. E é aí que entra o preparo mental, pois ele diminui o tempo de paralisia.
Você já pensou se seu modo de vida atual e o cuidado com a própria segurança permitem perceber a aproximação do suspeito? Será que sua mente está realmente preparada para ordenar que você saque sua arma daquele coldre barato que está debaixo da camisa, e então carregue e fique pronto antes de receber o primeiro tiro? Quando você imagina um confronto, você normalmente perde ou sobrevive?
Enquanto algumas pessoas escolhem não utilizar a força física como meio de autodefesa, outras não têm tanta delicadeza. Mas, cada uma das escolhas carrega responsabilidades e é preciso pensar e decidir sobre isso antes, e não no momento do confronto.
O terceiro elemento é frequentemente difícil de definir. Significa quão pronto você está para fazer o que tem que ser feito nos poucos segundos que lhe restam. É a capacidade para reagir rápido e de modo eficaz, sendo o esforço, a reação de último momento. Se a situação chegar a esse ponto, você está autorizado a fazer o que for necessário para impedir a ação criminosa.
Como policial, você deve saber quando usar ou não a força, pois mesmo a violência possui diferentes níveis. Sua reação não tem relação com uma disputa insignificante, mas tem relação em não ser ferido ou morto em função da violência. E se a reação é de último momento, então você deve carregar sua arma e ficar pronto – com “bala na agulha” – antes de sair de casa. Quando uma situação chega ao extremo e é hora de usar a força, você deve estar pronto, pois do contrário, o despreparo tomará de você aqueles segundos que você não pode se dar ao luxo de perder.
Alguns policiais acreditam tanto nas técnicas de “tiro israelense” – nas quais se saca a pistola enquanto a mesma é alimentada – que acabam apostando a própria vida na crença de que o tempo gasto para estar realmente pronto é muito curto. Contudo, este tempo não significa simplesmente aquilo que se gasta para carregar uma arma e ficar pronto. Tempo também inclui o período que levará para que sua reação tenha algum efeito, porque mesmo a força letal leva tempo para se manifestar. Assim, você consegue fazer o que precisa ser feito, já?
Não se esqueça que se você falhar em qualquer dos três elementos do triângulo, a chance é de que a pessoa caída no chão seja você.
Fonte- Comunidade policial
segunda-feira, 21 de março de 2011
Toda anunciação era vã? será?
É Lógico que as coisas mudam!
Antes eu não tinha nada!
E hoje eu já tenho porra nenhuma também!
Filhos da puta nunca mudam! nem chorando!
Muito menos bêbados e molhados!
E crer pra ver o quanto eu posso advinhar...
Deixa ser... o tempo fala tanto, que uma hora somos obrigados a escutar.
Antes eu não tinha nada!
E hoje eu já tenho porra nenhuma também!
Filhos da puta nunca mudam! nem chorando!
Muito menos bêbados e molhados!
E crer pra ver o quanto eu posso advinhar...
Deixa ser... o tempo fala tanto, que uma hora somos obrigados a escutar.
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